Time Lwart·14/07/2020·3 min

Indicadores e hábitos da humanidade causam impactos em meio à crise

Relatório indica que a temperatura é apenas um indicador

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) já alertou sobre o aumento da temperatura global, em altas latitudes, regiões subtropicais e nos oceanos, principalmente o Atlântico Norte e o Sul. Desde 1970, a temperatura média global aumentou 0,86 ₒC e, desde então, está 1,1 ₒC acima da era pré-industrial. O que torna cada vez mais difícil enfrentar os riscos climáticos e os relacionados à água.

O relatório Clima Global 2015-2019 indica que a temperatura é apenas um indicador. Podemos listar também o dióxido de carbono atmosférico, CO2, o calor e acidificação do oceano, o nível do mar (em 112mm desde 1970), o equilíbrio da massa de geleiras e do gelo marinho do Ártico e Antártico (que sofreram perdas cinco vezes maior nos últimos cinco anos. E, mesmo assim, com a pandemia, este tema parece ter ficado em segundo plano.

Apesar das pessoas estarem circulando menos e o nível de atividade industrial estar menor, o consumo de gás e energia elétrica, cuja geração de 64% depende de combustíveis fósseis, aumentou, porque estamos consumindo mais ficando em casa.

Sistemas de aquecimento continuam em pleno uso, como antes da COVID-19, e nenhuma das questões fundamentais mudou – como a busca por energia renovável, o uso de transporte público e o fim do desmatamento. Além disso, incêndios florestais, provocados pela mudança climática e outras origens, continuam afetando países como o Brasil, Portugal, Austrália, Honduras, e diversos outros, emitindo grandes quantidades de CO2 adicional.

Outro fator é algo que parece contraditório: as partículas de poluição também possuem benefícios, pois atuam como um escudo contra os raios solares. Removê-las pode fazer com que o planeta esquente mais rapidamente.

Além disso, outro grande agravante ao meio ambiente decorrente da pandemia é a maior produção de lixo. Em Wuhan, por exemplo, cidade chinesa que foi o primeiro epicentro da crise, a quantidade de lixo cresceu quatro vezes, principalmente devido à produção de lixo hospitalar. No Brasil, este aumento da quantidade de lixo gerada tem causado a criação de lixões nos municípios de todo o Brasil.

Tais efeitos sobre o meio ambiente decorrem, em grande parte, do estilo de vida não sustentável adotado pelo ser humano. O desmatamento acelerado, por exemplo, resulta na diminuição do habitat natural dos animais, deslocando-os para um contato mais próximo do ser humano e aumentando, assim, a possibilidade de transmissão de novas doenças, antes restritas aos animais.

Nesse contexto, ganha ainda mais importância a atividade sustentável da Lwart Lubrificantes, que garante a reutilização do óleo lubrificante, um derivado de petróleo, por inúmeras vezes. Com isso, diminui-se a pressão sob novos pontos de extração de petróleo, impede-se que este resíduo seja direcionado para a queima clandestina e reduz-se a as emissões de gases de efeito estufa.

O mundo pós pandemia pela COVID-19 precisa adotar como estratégia a busca de sistemas de negócio que possuam ganhos ambientais, como o caso da Lwart Lubrificantes, sistemas estes que ajudam a preservar os limites planetários.

Fonte: https://news.un.org/pt/story/2020/04/1711282

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2020/04/poluicao-pandemia-coronavirus-india-eua-isolamento-social-morte-qualidade-ar

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52182154

Fonte: https://nacoesunidas.org/surto-de-coronavirus-e-reflexo-da-degradacao-ambiental-afirma-pnuma/

Fonte: https://nacoesunidas.org/concentracao-global-de-co2-bate-recorde-mesmo-durante-crise-da-covid-19/

Fonte: https://nacoesunidas.org/queda-nas-emissoes-devido-a-pandemia-nao-ira-interromper-mudancas-climaticas-diz-onu/

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